Deucalion acolhe estudantes do secundário no Verão no Campus 2026

27/07/2026

O supercomputador Deucalion abriu as portas a um grupo de 25 alunos do ensino secundário, no âmbito da iniciativa “Verão no Campus”, da Universidade do Minho. A visita teve lugar no campus de Azurém, em Guimarães, no dia 22 de julho, integrada na atividade “Computação sem Fronteiras”, dinamizada pelo INESC TEC no âmbito do “Verão no Campus”. Ao longo da sessão, a nossa equipa deu a conhecer a computação avançada e os percursos nas áreas de engenharia num contexto real.

 

A manhã começou com uma sessão introdutória sobre computação de alto desempenho e computação paralela, conduzida por Rui Silva e Francisco Vide , da equipa de user support do Deucalion. A equipa explicou ainda o que é a supercomputação e o papel do Deucalion na investigação científica e na inovação industrial em Portugal.

 

Durante a sessão, os estudantes, provenientes de diferentes escolas da região de Braga, participaram em duas atividades práticas em grupo. Na primeira, tiveram de ordenar um baralho de cartas em paralelo o mais rapidamente possível, com o objetivo de ilustrar os princípios da computação em larga escala. Na segunda atividade, os alunos simularam o funcionamento de um supercomputador através de peças de Lego.

 

A visita terminou com uma ida ao data center do Deucalion, onde os estudantes puderam ver de perto a infraestrutura e fazer uma visita guiada conduzida por um membro da equipa que utiliza o supercomputador diariamente.

 

“É sempre gratificante ver o interesse destes jovens quando percebem como um computador consegue processar milhões de cálculos em simultâneo. Iniciativas como estas ajudam a desmistificar a supercomputação e a mostrar-lhes que esta área pode ser um caminho de futuro” , disse Rui Silva, da equipa de user support do Deucalion.

 

A 18.ª edição do “Verão no Campus”, promovida pela Universidade do Minho, recebeu cerca de 400 jovens do 9.º ano ao secundário, entre 20 e 24 de julho, em atividades distribuídas pelos campi de Braga e Guimarães. Para o Deucalion, este tipo de visitas representa uma oportunidade de aproximar a supercomputação às gerações mais jovens, ao mesmo tempo que dá a conhecer os recursos de computação avançada que Portugal tem disponíveis para a investigação científica.